19 de março de 2010

O valor do Designer para o mercado de Joias e Folheados

Acessórios sempre são os responsáveis para complementar o visual, mas quando você olha para uma bela joia na vitrine, imagina o que está por trás dela?
Pode acreditar, mas para você usar um belo brinco, colar ou anel, essas peças tiveram que passar por um longo processo de criação. Primeiro, a ideia é colocada no papel, passa por várias modificações até chegar as lojas. “No mínimo levo dois meses para criar uma peça e colocá-la no mercado”, relata o designer Isaac Rincawesky.
E ninguém melhor para mostrar as tendências da moda do que as próprias mulheres, afinal, são elas que devem usar e abusar do acessório lançado. “Chego a parar o público feminino na rua e fazer perguntas do que elas gostariam de usar ou quais as cores preferidas dos acessórios. Depois de colher algumas opiniões, coloco a imaginação no papel e chego ao resultado desejado”, relata o designer.
Ainda de acordo com  Rincawesky, nem sempre o designer explora as tendências das grandes marcas do mundo fashion, enquanto nos Estados Unidos os Maxi colares estão em alta, atualmente no Brasil as mulheres optam por peças mais delicadas, como correntes finas e brincos pequenos.
E já foi o tempo em que o designer era apenas aquele que criava ou desenhava uma peça, a profissão também exige uma análise profunda das tendências do mercado para que o produto tenha credibilidade. O diretor da ALJ, Odair Zambom, afirma que o designer a cada dia ganha mais espaço dentro das empresas. “Se não tiver uma pessoa criativa desenhando as peças e buscando novas tendências, com certeza o produto será apenas mais um no mercado, cairá no comum”, relata ele.

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